Veja como é simples INVESTIR em IMÓVEIS com a SCHNEIDER

Como disse George Clason, em seu livro O Homem Mais Rico da Babilônia: “Um homem pode prover-se com segurança para o futuro de diversas maneiras.[…] Pode comprar casas e terras para esse propósito. Se prudentemente escolhidas em função de sua utilidade e valor futuros, permanecerão valorizadas, com possibilidade de ótimos rendimentos e até de encontrar excelentes compradores, se for o caso de vendê-las.

De fato, imóveis são o investimento mais antigo da humanidade. Porém, com o passar dos séculos, o investimento mais antigo foi sendo aprimorado, e hoje existem diversas maneiras de se investir em imóveis, que nós chamamos de estratégias de investimento. Antes de fazer um negócio, é muito importante saber qual estratégia será escolhida, de modo a assegurar um maior retorno do seu dinheiro.

Para ajudar nessa questão, nós desenvolvemos um artigo explicando por que a SCHNEIDER é a melhor opção quando o assunto é investimento imobiliário. Seguindo os 4 passos abaixo, você saberá como investir seu dinheiro de forma inteligente.

Continue a leitura e saiba como!

Quais são os 4 passos para se investir em imóveis com a SCHNEIDER?

  1. Conversar com nossos consultores para definir sua estratégia de investimento

    Muitas vezes, quem quer investir não sabe bem por onde começar. É essencial, antes de tudo, definir uma estratégia de investimento, para que o negócio a ser realizado não seja apenas uma simples compra de um imóvel, mas também um negócio excepcionalmente lucrativo.

    Existem tradicionalmente quatro diferentes estratégias de investimento imobiliário:

     Valorização
     Geração de Renda
     Retrofit
     Desenvolvimento

A estratégia de investimento varia de acordo com o perfil da pessoa que vai investir (conservador, moderado ou arrojado), e a definição da estratégia nos ajudará a entender qual o tipo de imóvel mais adequado para a pessoa.

  1. Selecionar o imóvel mais adequado ao seu perfil

    Uma pessoa mais conservadora pode adotar, por exemplo, a estratégia de geração de renda de forma passiva, investindo em imóveis como casas, apartamentos, salas e galpões, obtendo lucro através de aluguel.

    Já uma pessoa mais arrojada pode adotar uma postura mais ativa e optar pela estratégia de desenvolvimento, investindo em um grande terreno para promover um loteamento, ou seja, desenvolvendo sobre o terreno um projeto imobiliário que resultará em terrenos menores, que serão vendidos por um preço capaz de gerar um lucro razoável para o investidor.

  2. Comprar o imóvel online pelo seu smartphone ou computador

    Os meios de comprar um imóvel também foram aprimorados. A internet, além de aumentar as opções de escolha do imóvel, também facilitou o processo de aquisição. Para acompanhar a nova geração de investidores no mercado, a SCHNEIDER está digitalizando os seus processos, ampliando a exposição de imóveis e facilitando o processo de compra, venda e locação para os seus clientes.

    Em 2020, nós implementamos a assinatura digital. Agora, a pessoa pode assinar um contrato online, diretamente do seu computador ou celular. Basta ter um e-mail! Tudo mais simples e rápido, sem burocracia, e com total validade jurídica!

  3. Alugar seu imóvel com a gente e ganhe dinheiro

Além de realizar toda a negociação da compra, a SCHNEIDER faz toda a gestão da locação do imóvel, sem dor de cabeça para o investidor! Nós somos especializados na locação de imóveis comerciais e industriais. Ao contratar nossos serviços, o imóvel do investidor tem mais chances de ser locado, pois veja só tudo o que fazemos:

  • Anúncios em multicanais
  • Busca ativa de locatários
  • Visitação ao imóvel
  • Análise rigorosa de cadastro dos locatários
  • Assinatura digital de contratos
  • Vistoria profissional do imóvel
  • Gestão financeira e de contratos
  • Assessoria jurídica
  • Assistência operacional centralizada

    Por que investir com a SCHNEIDER?

    A SCHNEIDER acumula mais de 10 anos de experiência em consultoria de investimentos imobiliários no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Nós contamos com uma equipe de profissionais especializados em todas as etapas do negócio, partindo da prospecção do imóvel e análise do potencial de valorização e renda, até o fechamento da negociação, criando melhores condições de a pessoa fazer um investimento seguro e rentável.

    Quer saber mais sobre o assunto? Entre em contato com a gente e vamos conversar sobre Investimento Imobiliário Inteligente! Clique aqui.

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Imóveis em 2021: seguros e rentáveis

Qual o prazo ideal para receber o dinheiro investido de volta nos dias de hoje, considerando investir o capital num negócio seguro? Em primeiro lugar, você deve comparar o seu investimento com o investimento teoricamente mais seguro do País: títulos públicos.

No ano de 2020, o título menos atrativo rendeu quase 3% ao ano (0,25% ao mês), ou seja, se você aplicou R$ 200.000,00 nesse título, você obteve um rendimento de R$ 6.000,00 no ano. Esse título, assim como os demais investimentos, têm como referência a taxa SELIC, que atualmente é de 2% ao ano.

No exemplo acima, o valor investido levará 33 anos para voltar para você, se a taxa se mantiver em 3% ao ano. Embora seja um investimento muito seguro, é muito tempo para o dinheiro retornar, fazendo com que você procure opções de investimento mais rentáveis e, também, mais arriscadas.

Mas, se você deseja ganhar mais dinheiro, em menos tempo, e sem correr muito risco, você pode fazer o que muitos brasileiros estão fazendo: investir em imóveis. Além de serem tradicionalmente seguros e de se valorizarem com o tempo, os imóveis também são uma ótima fonte de renda. Os rendimentos de aluguel normalmente superam os rendimentos das aplicações de hoje – influenciadas pela baixa taxa SELIC – o que naturalmente fazem o seu dinheiro investido retornar mais rápido.

Você pode encontrar imóveis cujos alugueis representam uma rentabilidade (que chamamos de Cap Rate) de 6% ao ano (0,50% ao mês). Pode não parecer muito, e de fato há imóveis que rendam mais do que isso, mas um Cap Rate de “apenas” 6% ao ano já faz o seu dinheiro investido retornar duas vezes mais rápido do que o dinheiro investido no título mais seguro do País, considerando que o imóvel também é um investimento seguro.

Então, comparativamente, a rentabilidade de 6% ao ano é aceitável. Mas muitos investidores buscam um Cap Rate não menor do que 8% ao ano (0,67% ao mês), que permite o dinheiro investido retornar em cerca de 12 anos. Um prazo bem mais otimista do que muitas aplicações financeiras proporcionam. Os Fundos de Investimento Imobiliário, por exemplo, consideram um Cap Rate de 8% ao ano vantajoso.

Embora o mercado tenha seus critérios para classificar a rentabilidade de um investimento imobiliário, ela vai depender muito da estratégia de investimento que você vai adotar. Um imóvel pode gerar uma renda de aluguel menor do que o outro, mas em contrapartida pode se valorizar mais do que o último. Da mesma forma, ao final de um período determinado, seu patrimônio terá aumentado.

Por que calcular a rentabilidade de um investimento?

Rentabilidade é uma palavra muito repetida no mundo dos negócios, sobretudo quando se fala em fazer investimentos. Mas é preciso entender porque esse indicador é tão importante nos negócios. Quando ouvimos a pergunta “qual é o objetivo de uma empresa”, a resposta mais comum é “obter lucro”. Mas isso não está totalmente correto. Mais importante do que um investimento gerar lucro, é quanto lucro ele vai gerar. De nada adianta você investir milhões de reais, e lucrar apenas alguns reais. Então, a resposta certa para a pergunta acima seria “obter um lucro relativamente alto”. A explicação é simples: quanto maior o lucro, mais rápido o dinheiro investido retorna para você. Isso é suficiente para entendermos o conceito de rentabilidade, e como ele está relacionado com a performance de um investimento.

Mas, por que é necessário saber o tempo que o dinheiro levará para voltar para o seu bolso? Por que o mercado oferece uma ampla gama de produtos e negócios para você investir. Então, se você faz um determinado investimento que será capaz de devolver o seu capital em, por exemplo, 20 anos, ao invés de investir em um negócio que poderia fazê-lo em menos de 15, você possivelmente não está investindo bem. Possivelmente, pois existe um fator que é essencial ser analisado em conjunto com o prazo de retorno do investimento: o risco. Negócios muito arriscados normalmente compensam o risco com um prazo de retorno muito menor, assim como negócios mais seguros costumam devolver o capital investido num prazo maior.

Para saber o prazo de retorno de um investimento, você divide o valor total investido pelo lucro obtido (ou projetado) com ele no ano. O resultado será o número de anos que o seu capital levará para voltar para você. O mercado, como gosta de usar a linguagem percentual, diz a mesma coisa fazendo a conta inversa: dividir o lucro obtido pelo valor total investido. O resultado será a sua rentabilidade. Empresas calculam o seu índice de rentabilidade com base no lucro, pois possuem uma estrutura de custos muito alta. No entanto, há negócios que podem ter sua rentabilidade calculada com base na receita, já que seus custos são muito baixos. É o caso dos investimentos imobiliários, que são realizados baseados na famosa Capitalization Rate (Cap Rate), que é a taxa de retorno geral de um investimento feito em determinado imóvel, calculada dividindo-se a receita de aluguel pelo valor investido no imóvel.

O imóvel especial de Joseph Safra

No final de 2014, o banqueiro Joseph Safra comprou o 30 St. Mary’s Axe, um grande edifício comercial e corporativo inserido no segundo maior mercado financeiro do mundo: Londres. A arquitetura fabulosa desenvolvida pelo inglês Norman Foster e a localização bem no centro de Londres são os pontos fortes do Gherkin, como o edifício é conhecido. Seu nome significa “pepino”, na linguagem britânica, devido ao aspecto da construção. O valor do negócio foi de 720 milhões de euros (R$ 2,84 bilhões na época).

Na opinião de alguns analistas, entre eles os sócios da Empiricus Research, a aquisição do Gherkin por Joseph Safra foi simplesmente estratégica, pois carrega 4 vantagens:

  1. Moeda: Diante da volatilidade do câmbio derivada de um cenário de incertezas políticas e econômicas, um imóvel é um investimento seguro e protegido da inflação.
  2. Localização: Assim como Nova York, Londres é um dos lugares preferidos do mundo para se comprar imóveis. Safra conseguiu muito mais: comprou no coração da cidade.
  3. Qualidade do Ativo: O design diferenciado e a localização estratégica tornam o Gherkin o imóvel comercial mais importante de Londres: qualquer empresa vai querer se instalar no local e os aluguéis serão sempre valorizados.
  4. Renda recorrente: Como é um imóvel exclusivo e está num grande centro financeiro, suas salas são muito procuradas e dificilmente ficam vagas, dando bons retorno de aluguel ao proprietário.

Por isso, um imóvel como esse adquirido por Safra é, nas palavras do analista imobiliário Márcio Fenelon, uma Reserva de Valor: “O segredo desse segmento aqui é a oferta limitada”. Esses lugares são ótimos para reserva de valor. Compre e durma tranquilo”.

Com a taxa de juros SELIC a 2% ao ano, trazendo os rendimentos do mercado de renda fixa para baixo, o mercado imobiliário tem sido muito procurado por investidores dos mais variados perfis, desde conservadores aos mais arrojados. Além de representarem segurança monetária, os imóveis têm se beneficiado com a recuperação da economia e com o aumento da demanda, valorizando-se e ainda gerando boas taxas de retorno com alugueis. E foi exatamente o que Joseph Safra ganhou ao comprar um dos ativos imobiliários mais importantes do mundo

O Imóvel como Investimento em tempos de Covid-19

O imóvel é, antes de qualquer coisa, um investimento. Mas muitas pessoas não costumam o enxergar dessa maneira, e sim como um bem de uso ou consumo. O famoso sonho da casa própria ilustra bem essa realidade. Ao mesmo tempo, outras pessoas têm os imóveis como um portfólio de investimentos, construído através de várias aquisições durante determinado período de tempo. É exatamente esse perfil que vai determinar se a casa própria será o único imóvel da vida da pessoa, ou se será apenas mais um de muitos. 

Até antes da pandemia, o hábito de enxergar o imóvel como um investimento vinha crescendo, basta ver a popularização dos FIIs (Fundo de Investimento Imobiliário). Essa mudança de comportamento já havia ampliado a perspectiva de valorização dos imóveis no longo prazo. Agora, a pandemia do Covid-19 está intensificando ainda mais essa tendência. O mercado de ações, que havia alcançado a marca de 1 milhão de investidores pessoa física no início do ano, virou o pesadelo dos mesmos em meados de Março, quando a Bovespa incorreu em grandes perdas consecutivas, fazendo o patrimônio acionário de muita gente perder a metade do seu valor em poucos dias. Ao mesmo tempo, a renda fixa está cada vez menos atrativa. Com a taxa de SELIC a 2,25% ao ano, o investidor comum está sujeito a ver suas aplicações perderem para a inflação. 

Diante desse cenário, as pessoas estão vendo os imóveis como a oportunidade de investir seu capital disponível, com segurança, sem sofrer com volatilidade, e ainda tendo a chance de obter um bom retorno no médio e longo prazo. Além de a valorização de um imóvel superar os ganhos gerados pelas aplicações de renda fixa, a crise econômica provocada pelo Covid-19 gerou oportunidades de compra a preços baixos, permitindo às pessoas investirem em um imóvel por um preço abaixo da média e assim turbinando os ganhos gerados pelo imóvel no longo prazo. Além disso, como a crise obrigou pessoas e empresas a venderem seus imóveis, elas agora estão pagando aluguel para proprietários de imóveis, ampliando ainda mais os ganhos para os investidores imobiliários.

A oportunidade que estamos vendo no mercado imobiliário é provavelmente uma das poucas que já vimos nos últimos vinte anos. É hora de comprar!

Aplicação X Imóveis

A alta taxa de juros foi bastante atraente para muitos brasileiros entre 2014 e 2016, e fez um grande fluxo de dinheiro sair da economia real em direção ao mercado de renda fixa. Um poupador que aplicava R$ 100 mil em CDB, por exemplo, obtinha 14% de ganho ao ano garantido, sem precisar correr o risco que correria se abrisse um negócio. Poderia fazer sentido para a maioria dos brasileiros mas, mesmo com juros atraentes, os ganhos eram na verdade uma ilusão. Isso porque o rendimento de 14% ao ano era nominal. Era necessário descontar a inflação, que por algum tempo ficou em 10%. Nesse caso, o ganho real era de apenas 4% a ano. O resto era só recomposição de poder de compra. Parece um pequeno detalhe, mas depois de muitos anos o investidor percebe que ficou pobre.

Vamos fazer uma simulação: O cidadão que aplicou R$ 100 mil teria obtido juros anuais de R$ 14 mil que, inicialmente, comprariam 2.800 latinhas de cerveja de R$ 5,00. Passados 10 anos, com uma inflação constante, o preço da latinha chegaria a R$ 13,00, reduzindo a compra para 1.076 unidades. Em 20 anos, só daria para comprar 416 latinhas que estariam custando R$ 33,60, uma queda de 85% no poder de compra em comparação às 2.800 latinhas do primeiro ano. É muito simples: enquanto o rendimento dos juros fica estabilizado em R$ 14 mil por ano, o custo de vida fica mais caro todo mês. E nos dias de hoje, em que a taxa de juros está no menor patamar da sua história? Com os juros atuais de 5,00% ao ano e inflação próxima de 4,0%, o poder de compra do poupador é de apenas 1.000 latinhas por ano, e após 20 anos, cairia para quase 300 unidades, uma perda de 70%.

Por outro lado, se o cidadão investisse R$ 100 mil em um imóvel que rendesse um aluguel de R$ 7 mil por ano, seria possível comprar, só com o aluguel, 1.400 latinhas de R$ 5,00 no primeiro ano. Como os aluguéis são reajustados pela inflação, com o tempo o investimento imobiliário ultrapassaria o CDB, mantendo o poder de compra estável em 1.400 latinhas de cerveja ao ano. No cenário antigo, a juros de 14% ao ano, os rendimentos do CDB teriam comprado 26.637 latinhas em 20 anos. No entanto, com os juros atuais de 5% ao ano, os rendimentos comprariam apenas cerca de 13.200 latinhas nesse período. Enquanto isso, em 20 anos, o investidor imobiliário teria comprado 29.400 latinhas em 20 anos. 

Além de permitir repor o poder de compra do investidor, o imóvel tende a se valorizar no longo prazo, acompanhando, no mínimo, o reajuste da inflação. Com o crédito facilitado e com perspectiva de crescimento econômico, o mercado imobiliário viverá uma grande onda de crescimento já nos próximos anos. É a hora de investir em imóveis.

Os bons negócios de Michael Klein

Em 1957, o imigrante judeu polonês Samuel Klein abriu uma pequena loja na cidade de São Caetano do Sul, em São Paulo, sem imaginar que esta lojinha se transformaria numa famosa rede nacional: a Casas Bahia. Com a ajuda de seus dois filhos e netos, a rede cresceu, espalhando-se pela maioria dos estados brasileiros. Em 2009, a família Klein decidiu vender a rede para o grupo Pão de Açúcar, formando, junto com as redes Pontofrio e Extra, a gigante Via Varejo, a maior holding de móveis e eletrodomésticos do país. Dez anos depois, Michael Klein, filho do falecido fundador, retomou o controle da companhia, que agora conta com uma Casas Bahia ainda maior: mais de 750 lojas, 50 mil funcionários e um faturamento de R$ 26 bilhões. Mas, o que Michael Klein fez nessa década em que ficou fora da empresa? 

Quem conhece um pouco a vida dos homens de negócios que comandam as grandes corporações do mundo, percebe que eles têm diferentes preferências de investimento. O megainvestidor Warren Buffet gosta do mercado de ações desde a adolescência; o brasileiro Jorge Paulo Lemann, dono da Ambev, do Burger King e da Heinz, não se cansa de procurar novas empresas para investir; o Presidente americano Donald Trump ficou famoso por se tornar magnata do mercado imobiliário, possuindo alguns dos melhores imóveis de Manhattan – assim como Ray Korc, que cobrava aluguel dos pontos comerciais de sua própria empresa, o McDonald’s. Mas todos estes homens têm algo em comum: reinvestiram os lucros de seus negócios principais em negócios diferentes, ou seja, diversificaram seus investimentos. Foi exatamente o que fez a família Klein. O negócio de móveis e eletrodomésticos ajudou a família a abrir uma companhia de táxi aéreo, uma rede de concessionárias de carros de luxo e uma empresa especializada na aquisição e gestão de imóveis, que é a mais antiga delas. Atualmente chamada de Capital Brasileiro de Empreendimentos Imobiliários, a empresa foi criada nos anos 1960 para viabilizar aquisições de imóveis para instalação das lojas Casas Bahia e de Centros de Distribuição da rede.

Samuel Klein havia criado desde cedo o hábito de comprar imóveis e “colecionar figurinhas”, termo que usava para se referir às escrituras das propriedades. Aprendendo com o pai, Michael Klein deu continuidade aos investimentos imobiliários da família, principalmente após a venda da Casas Bahia. Realizou aquisições de diversos segmentos de imóveis como terrenos, galpões, lojas, prédios comerciais, centros de distribuição e hangares, até alcançar um impressionante patrimônio de 440 imóveis, que geram uma receita anual de mais de R$ 250 milhões. Estima-se que todos os imóveis hoje administrados pela empresa estejam avaliados em mais de R$ 4 bilhões.

Por mais que, mundo à fora, empreendedores se tornem bilionários investindo em novos negócios, mercado de ações e fundos de renda variável, aqui no Brasil a família Klein vem dando uma demonstração de como se pode fazer fortuna investindo em imóveis.

Um Homem de Negócios

Talvez poucos de nós já tenham ouvido falar de Raymond Kroc, um ex-vendedor de máquinas de milk-shake nascido nos Estados Unidos no início do século passado. Mas com certeza, todos nós já frequentamos suas famosas lanchonetes e comemos seus tradicionais hambúrgueres. Ray Kroc foi o homem que, com uma ideia inovadora, revolucionou a entrega de refeição rápida em todo o mundo, ao transformar pequenas lanchonetes na maior rede de fast-foods do mundo: o McDonald’s Corporation.

O interessante é que o império que Ray construiu vai muito além do segmento alimentício. Além de servir lanches fabricados em linhas de produção e comercializar suas franquias, ele descobriu que os imóveis são os ativos mais importantes que um investidor pode ter em longo prazo. O que Ray fazia? Comprava os terrenos onde as franquias do McDonald’s poderiam se instalar. Desta forma, além de ganhar os royalties dos franqueados, a rede cobrava aluguel de cada terreno utilizado, e ainda contava com a sua valorização.

Ao resumir a história do McDonald’s no Livro Pai Rico, Pai Pobre, os autores Robert Kiyosaki e Sharon Lechter apresentaram definições diferentes para profissão e negócio. Segundo eles, profissão é a atividade diária que uma pessoa realiza para sustentar-se e que exige a sua presença para acontecer. Já negócio é a atividade que permite a esta pessoa sustentar-se sem precisar exercer sua profissão, ou seja, que acontece sem a presença dela. Qual era a profissão de Ray? Gerenciar a venda de hambúrgueres e franquias. O seu negócio? Investir em imóveis. Um dos conceitos aplicados por Ray ao desenvolver e administrar sua cadeia de negócios é o mesmo aplicado por qualquer investidor: Comprar bem, fazer render e mais tarde vender.

Ray Kroc comprava os imóveis estratégicos e os alugava aos interessados em abrir franquias da marca, cobrando o devido aluguel. Com o passar do tempo, as cidades foram se desenvolvendo, – acompanhadas pelas franquias McDonald’s – as populações aumentando e, naturalmente, a oferta de terrenos comerciais foi se tornando escassa. Este cenário fez com que os terrenos adquiridos pela rede valorizassem num ritmo impressionante.

A visão e a astúcia de Ray Kroc lhe permitiram criar e desenvolver a maior rede de fast-foods do mundo, tornando-a a maior compradora de carne bovina dos EUA e a maior proprietária mundial de imóveis comerciais (milhões de metros quadrados), superando, há quem diga, até mesmo a Igreja Católica.

O que você não sabe sobre o Fundo Garantidor de Crédito

Nos últimos anos, com a taxa a SELIC a 2 dígitos, muitas pessoas investiam seu dinheiro em aplicações financeiras, e mesmo hoje, com os juros na mínima histórica, muitas ainda investem dessa forma. Colocam dinheiro em bancos tradicionais como Itaú, Banco do Brasil, Bradesco e Caixa, mas suas aplicações possuem rentabilidade mais baixa. Por outro lado, muitas pessoas visam obter o máximo de rentabilidade e decidem investir através de corretoras de valores (que oferecem CDBs a taxas de até 120% do CDI). Tudo certo, só que essas empresas oferecem produtos de renda fixa emitidos pelos mais variados bancos, entre eles bancos de segunda linha. Esses bancos pagam bem justamente por ainda não gozarem de uma tradição no setor.

Mas quanto maior o retorno, maior o risco. Em tese, as aplicações até R$ 250 mil, por instituição e por CPF, são garantidas pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Logo, se um dos bancos nos quais você aplicou R$ 100 mil quebrar, o FGC devolverá integralmente seu dinheiro em até 6 meses, e fará o mesmo para todos os outros investidores que aplicaram até R$ 250 mil. Se esse banco for relativamente grande, o volume de restituições a serem feitas já aumenta consideravelmente, e a conta começa a ficar cara para o referido fundo.

Se mais de um banco desses quebrar, aí a situação fica preocupante e você correrá o risco de não receber o seu dinheiro de volta, nem mesmo do FGC, pois o fundo só cobre o investimento se tiver recursos em caixa. E os recursos disponíveis no fundo somam cerca de R$ 33 bilhões, enquanto o volume total de aplicações passíveis de garantia pelo FGC no Brasil ultrapassa os R$ 1 trilhão. Isso significa que o fundo tem recursos para garantir somente 3,24% das aplicações, ou seja, não é preciso que muitos bancos quebrem ao mesmo tempo para que o FGC não tenha condições de bancar as aplicações.

Bastaria 3 ou 4 instituições médias falirem para começar a dor de cabeça nos investidores. Para quem acha que é difícil um banco quebrar, nas últimas 2 décadas 36 instituições faliram no país (quase 2 por ano). Quem não lembra do Bamerindus? Ou do Panamericano? Hoje há instituições financeiras que correm um certo risco de insolvência, com uma delas sendo controlada por envolvidos na Lava Jato e outra com uma situação financeira preocupante, e as delações premiadas estão só começando a atingir o sistema financeiro. Mais bancos ainda podem ter suas operações afetadas. Além disso, a duradoura recessão e o lento crescimento brasileiro vêm penalizando as operações dos bancos, que viram suas liberações de crédito caírem. Nos EUA, em apenas 3 anos após a crise financeira de 2008, mais de 380 bancos faliram, devido à dependência de um banco de outro. Faltou dinheiro para o FDIC (o FGC de lá) restituir boa parte dos investidores. Suas perdas ultrapassaram os R$ 35 bilhões.

É claro que você pode seguir o primeiro grupo de investidores e colocar seu dinheiro em bancos maiores e mais sólidos. Mas não obteria uma rentabilidade tão boa. Você buscará então um equilíbrio entre segurança e rentabilidade, encontrando um produto ainda seguro que remunere um pouco mais. Entretanto, devemos considerar que a taxa SELIC está em queda e, assim que chegar a um dígito, outros tipos de investimento começarão a ficar mais atraentes, como ações, imóveis e negócios.

Imóveis são um bom investimento? Saiba mais sobre este mercado

A TAXA DE JUROS E A AFFORDABILITY

O COPOM – Comitê de Política Monetária – reduziu mais uma vez a taxa de juros (SELIC) no Brasil, de 2,25% para apenas 2,00% ao ano. É a menor taxa de juros da série histórica. A decisão foi tomada com o intuito de estimular uma recuperação mais rápida da economia diante da queda do PIB provocada pela pandemia do coronavírus no mundo.

Conforme havíamos comentado em uma publicação de agosto do ano passado, o setor imobiliário é um dos segmentos mais beneficiados num ambiente de juros baixos. Isso porque uma taxa SELIC menor também faz com que os bancos reduzam suas taxas de juros, tornando os empréstimos imobiliários mais baratos e acessíveis a um maior número de pessoas. Essa acessibilidade de tomar empréstimos é chamada de “affordability”, que nada mais é do que o poder de compra de uma pessoa e a sua capacidade financeira para contratar um financiamento. Essa capacidade é diretamente influenciada pela taxa de juros e pela renda per capita, que por sua vez estimulam os bancos a aumentar o prazo de financiamento, permitindo que as prestações diminuam e caibam no bolso de mais pessoas.

Relembrando, em 2001, a renda per capita brasileira anual era de R$ 7,5 mil e os juros para financiamento eram de 12,5% ao ano. Os bancos financiavam por no máximo 120 meses, exigindo uma renda mínima de R$ 15,3 mil por mês e com uma prestação inicial de R$ 4,6 mil. Imaginem que para um brasileiro comprar um imóvel na época era necessário ganhar, por mês, o dobro da renda per capita brasileira anual, ou melhor, ganhar 24,5 vezes mais que um brasileiro médio ganhava por mês.

Em 2014, nossa renda per capita anual já havia chegado aos R$ 27,2 mil e os juros a 8% ao ano. Os bancos já estavam financiando por até 420 meses e exigindo uma renda mínima de R$ 7,5 mil por mês, com uma prestação inicial custando a metade que a de 2001. Ou seja, para o brasileiro comprar um imóvel naquele ano, bastaria ganhar um salário mensal 3,3 vezes maior do que a renda média mensal brasileira. Percebam que uma simples redução dos juros e o crescimento do PIB aumentaram em mais de 7 vezes o poder de compra dos consumidores.

E agora, com a nova taxa de juros definida pelo COPOM? Bem, em 2019, a renda per capita brasileira alcançou R$ 34,7 mil anual. Assumindo que, devido à pandemia, o PIB brasileiro apresentará uma queda de cerca de 4% em 2020, nossa renda per capita anual será de aproximadamente R$ 33 mil. Com a taxa de juros dos financiamentos podendo chegar a 6% ao ano, a “affordability” aumentará ainda mais, permitindo que uma pessoa que ganhe até 2 vezes a renda média mensal brasileira possa assumir um empréstimo imobiliário. O que isso significa? Que milhões de pessoas a mais estarão aptas a financiar imóveis no Brasil nos próximos meses, criando condições de o País voltar a viver um período fantástico para investimentos imobiliários.

Quer saber mais sobre as tendências deste mercado e conhecer algumas das melhores opções de investimento do médio vale? Entre em contato! WhatsApp: bit.ly/schneider-whats